Saturday, November 27, 2010
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As mulheres in teligentes sabem qual é... A diferença entre estar apaixonada e estar sofrendo.
Saturday, April 17, 2010
O ciúme nos relacionamentos
Administrar o namoro com uma pessoa ciumenta pode não ser uma experiência muito agradável, é possível tolerar e ainda assim tentar melhorar esse comportamento do seu namorado?
É comum no dia-a-dia ouvirmos relatos de amigas que não suportam a pressão de seus namorados quando o assunto é o ciúme. Quando esse comportamento adquire uma intensidade capaz de sufocar o prazer dos relacionamentos é necessário muito jogo de cintura para lidar com tal situação, e não obstante coragem para por fim a um namoro condenado pelo excesso de ciúme.
Para a psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari o ciúme pode ser encarado de forma positiva. “Como dizia o poeta, o ciúme é o tempero do amor. Todos nós gostamos de sentir que a pessoa que amamos sente algum ciúme de nós, pois entendemos isto como uma demonstração de amor, uma medida de segurança do nosso relacionamento. As pessoas pensam que a ausência do ciúme é sinal de desinteresse, o que não é verdade”, alerta.
O fato de se ter ciúmes é comum a todos as pessoas, como resultado do processo evolutivo da humanidade, o ciúme nos instiga a proteger aquilo que achamos importante para nós. Ocorre que alguns não conseguem controlar esse sentimento, sobretudo em relação aos relacionamentos amorosos, seja ele namoro ou casamento tornando a rotina de ambos stressante e não raramente insuportável.
Se o seu parceiro não suporta que você converse com outras pessoas e vigia tudo o que você faz, o primeiro a fazer é tentar aumentar a confiança dele (a). Converse abertamente, discuta o problema e mostre o quanto isso faz mal a você e ao namoro de vocês. Procure deixar claro que essas manifestações exageradas de ciúme podem ao invés de proteger o relacionamento acabar por afastá-los cada vez mais, podendo significar o fim do namoro.
Se o seu namorado tem crises de ciúmes só porque outros homens olham para você, mostre a ele que você se veste assim somente para ele, que os demais apenas podem olhar e que isso não muda nada entre vocês. Da mesma forma relembre as situações mais comuns que o tiram do sério e em cada uma enfatize o fato de que está do seu lado e que o ciúme exagerado só traz prejuízos ao namoro dos dois.
Não sendo possível mudar o namorado (a) ciumento, que é o que ocorre na maioria das vezes,procure conviver com o problema de ciúme de forma discreta e evite discussões e brigas o melhor a fazer é conversar de forma amistosa . Procure não mudar tanto a sua rotina para evitar as crises de ciúmes essa atitude não vai aplacar o ciúme exagerado do seu companheiro.
Quem lida com um namorado (a) ciumento sempre tem esperanças que irá com o tempo resolver ou abrandar o ciúme do seu parceiro, mas na prática não é o que ocorre não adianta acreditar que por causa da convivência mais próxima, o ciumento vai sossegar, o mais comum é que ocorra o contrário quando o namoro vira casamento o parceiro ciumento se sente mais confortável em aumentar o controle sobre o outro.
É comum no dia-a-dia ouvirmos relatos de amigas que não suportam a pressão de seus namorados quando o assunto é o ciúme. Quando esse comportamento adquire uma intensidade capaz de sufocar o prazer dos relacionamentos é necessário muito jogo de cintura para lidar com tal situação, e não obstante coragem para por fim a um namoro condenado pelo excesso de ciúme.
Para a psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari o ciúme pode ser encarado de forma positiva. “Como dizia o poeta, o ciúme é o tempero do amor. Todos nós gostamos de sentir que a pessoa que amamos sente algum ciúme de nós, pois entendemos isto como uma demonstração de amor, uma medida de segurança do nosso relacionamento. As pessoas pensam que a ausência do ciúme é sinal de desinteresse, o que não é verdade”, alerta.
O fato de se ter ciúmes é comum a todos as pessoas, como resultado do processo evolutivo da humanidade, o ciúme nos instiga a proteger aquilo que achamos importante para nós. Ocorre que alguns não conseguem controlar esse sentimento, sobretudo em relação aos relacionamentos amorosos, seja ele namoro ou casamento tornando a rotina de ambos stressante e não raramente insuportável.
Se o seu parceiro não suporta que você converse com outras pessoas e vigia tudo o que você faz, o primeiro a fazer é tentar aumentar a confiança dele (a). Converse abertamente, discuta o problema e mostre o quanto isso faz mal a você e ao namoro de vocês. Procure deixar claro que essas manifestações exageradas de ciúme podem ao invés de proteger o relacionamento acabar por afastá-los cada vez mais, podendo significar o fim do namoro.
Se o seu namorado tem crises de ciúmes só porque outros homens olham para você, mostre a ele que você se veste assim somente para ele, que os demais apenas podem olhar e que isso não muda nada entre vocês. Da mesma forma relembre as situações mais comuns que o tiram do sério e em cada uma enfatize o fato de que está do seu lado e que o ciúme exagerado só traz prejuízos ao namoro dos dois.
Não sendo possível mudar o namorado (a) ciumento, que é o que ocorre na maioria das vezes,procure conviver com o problema de ciúme de forma discreta e evite discussões e brigas o melhor a fazer é conversar de forma amistosa . Procure não mudar tanto a sua rotina para evitar as crises de ciúmes essa atitude não vai aplacar o ciúme exagerado do seu companheiro.
Quem lida com um namorado (a) ciumento sempre tem esperanças que irá com o tempo resolver ou abrandar o ciúme do seu parceiro, mas na prática não é o que ocorre não adianta acreditar que por causa da convivência mais próxima, o ciumento vai sossegar, o mais comum é que ocorra o contrário quando o namoro vira casamento o parceiro ciumento se sente mais confortável em aumentar o controle sobre o outro.
Mantendo o casamento feliz
Manter um relacionamento de namoro ou casamento por anos a fio pode exigir do casal atenção especial de um para com o outro. O que fazer para manter viva a união?
Para o psicólogo Ailton Amélio da Silva manter um casamento não é fácil, exige tempo, disposição e concessões. O seu livro “Para Viver um Grande Amor” (Editora Gente), que escreveu em parceria com a jornalista Mônica Martinez, traz dicas e análises de fatores que contribuem para a saúde conjugal. A seguir, o especialista sugere algumas dicas valiosas.
1- Romantismo. Mesmo após décadas de união, manter o clima romântico é essencial para a saúde do relacionamento. Não espere que o outro tome a iniciativa. Comece você a agradá-lo, mesmo que o retorno seja a longo prazo. Investimento é assim. Pode demorar a produzir resultados. Vale tudo. Prepare um jantar especial, dê flores, planeje programas a dois, etc.
2- Sexo sem rodeios. Mas não como tem sido pregado por aí. O sexo começa fora da cama. Ele tem de estar ligado ao romantismo. De nada adianta vocês experimentarem 450 posições e não haver ternura. O outro pode sentir-se como um objeto sexual. Não há nada errado em provar posições ou lugares diferentes na hora do sexo, desde que haja carinho, confiança e afetividade mútua.
3- Converse. A comunicação pode trazer bens incalculáveis a um relacionamento. Um papo franco serve para não deixar questões mal resolvidas e ainda fortalece o laço de amizade e companheirismo. O silêncio faz com que a pessoa acumule dentro de si problemas e frustrações.
4- Cuide-se. Tenha uma aparência agradável. Ninguém gosta de ter ao seu lado alguém desleixado. Você não precisa comprar roupas caríssimas ou fazer tratamentos estéticos da moda. Mas não precisa perder a vaidade.
5- Elogie. Não critique o tempo todo. Isso não significa dizer que o parceiro deve ser louvado por toda e qualquer atitude, mesmo estando errado. Mas procure valorizar seu lado bom. O elogio é uma forma de reconhecimento e incentivo.
6- Abrace. O abraço é mais do que uma demonstração de carinho. É companheirismo. É deixar claro que você sempre estará lá para o que der e vier.
7- Ouça. As pessoas precisam e gostam de ser ouvidas. Muitos homens erram quando deixam de ouvir e começam a dar conselhos. Nessa hora, o melhor mesmo é deixar o outro falar, desabafar. Após anos de relacionamento, muitos casais se esquecem dos benefícios que esse segredo produz na vida a dois.
8- Faça tudo com satisfação. Não por medo de perder o outro, mas por puro prazer. Isso vale para quando você precisar acompanhá-lo a uma consulta, a casa de familiares ou até mesmo a passeios que te pareçam desinteressantes. Vá com alegria. Se isso lhe for uma obrigação, é melhor ficar em casa. Essas atitudes simples são capazes de mudar um relacionamento, mesmo que não de imediato.
9- Cresça junto. Seja interessante. Viva e seja capaz de aceitar desafios. As pessoas mudam com o passar dos anos. Trocam suas prioridades, aspirações e a forma como encaram a vida. Um companheiro que não acompanha o crescimento do outro, tende a ficar para trás. Busquem os mesmos objetivos. É sinal de perigo quando só um dos dois se desenvolve.
10- Apoie. Incentive o outro a realizar seus sonhos. O valor do apoio excede ao do dinheiro.
11- As crises são normais. Situações como desemprego, insucesso profissional e até mesmo a aposentadoria mexem com a auto-estima de qualquer um. Então, esteja preparado para lidar com elas e estar ao lado daquele que, certamente, irá precisar de você.
12- Ajude. O homem pode auxiliar no trabalho de casa assumindo alguma tarefa. Lavar a louça do jantar, colocar o lixo para fora ou arrumar a própria bagunça. Muitos não dão o valor devido aos afazeres do lar. Mas quando estes não são realizados, logo é percebida sua importância no andamento da casa. A maior satisfação da mulher é o homem que contribui.
13- Invista no relacionamento diariamente. Nenhum casamento está garantido pelo tempo. Ainda mais que, hoje em dia, os valores da sociedade têm passado por transformações profundas. Se você não investir, não receberá retorno. É a lei do que você plantar, você colherá.
14- Fortaleça os laços dentro de casa. Tenha princípios e valores éticos que não te permitam causar dores em sua família. Um bom exemplo são as relações extraconjugais. A traição é apontada como uma das maiores causas de separação. É o tipo de situação que produz mágoas em todo o ambiente familiar. A sociedade criou modelos de parceiros e relacionamentos ideais fora da realidade.
15- Respeite seu companheiro (a), acima de tudo, como um ser humano. Considere suas opiniões e preferências. Ninguém é igual a ninguém. Insultos arruínam com a auto-estima do outro e produzem um clima de inimizade.
16- Seja sensível ao outro. Compartilhe os momentos bons e ruins. Em outras palavras, preocupe-se com as questões que preocupam seu companheiro. Alegre-se com ele. Ria junto. Chore também. “Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença”. Vale aplicar aqui esse princípio cristão.
Para o psicólogo Ailton Amélio da Silva manter um casamento não é fácil, exige tempo, disposição e concessões. O seu livro “Para Viver um Grande Amor” (Editora Gente), que escreveu em parceria com a jornalista Mônica Martinez, traz dicas e análises de fatores que contribuem para a saúde conjugal. A seguir, o especialista sugere algumas dicas valiosas.
1- Romantismo. Mesmo após décadas de união, manter o clima romântico é essencial para a saúde do relacionamento. Não espere que o outro tome a iniciativa. Comece você a agradá-lo, mesmo que o retorno seja a longo prazo. Investimento é assim. Pode demorar a produzir resultados. Vale tudo. Prepare um jantar especial, dê flores, planeje programas a dois, etc.
2- Sexo sem rodeios. Mas não como tem sido pregado por aí. O sexo começa fora da cama. Ele tem de estar ligado ao romantismo. De nada adianta vocês experimentarem 450 posições e não haver ternura. O outro pode sentir-se como um objeto sexual. Não há nada errado em provar posições ou lugares diferentes na hora do sexo, desde que haja carinho, confiança e afetividade mútua.
3- Converse. A comunicação pode trazer bens incalculáveis a um relacionamento. Um papo franco serve para não deixar questões mal resolvidas e ainda fortalece o laço de amizade e companheirismo. O silêncio faz com que a pessoa acumule dentro de si problemas e frustrações.
4- Cuide-se. Tenha uma aparência agradável. Ninguém gosta de ter ao seu lado alguém desleixado. Você não precisa comprar roupas caríssimas ou fazer tratamentos estéticos da moda. Mas não precisa perder a vaidade.
5- Elogie. Não critique o tempo todo. Isso não significa dizer que o parceiro deve ser louvado por toda e qualquer atitude, mesmo estando errado. Mas procure valorizar seu lado bom. O elogio é uma forma de reconhecimento e incentivo.
6- Abrace. O abraço é mais do que uma demonstração de carinho. É companheirismo. É deixar claro que você sempre estará lá para o que der e vier.
7- Ouça. As pessoas precisam e gostam de ser ouvidas. Muitos homens erram quando deixam de ouvir e começam a dar conselhos. Nessa hora, o melhor mesmo é deixar o outro falar, desabafar. Após anos de relacionamento, muitos casais se esquecem dos benefícios que esse segredo produz na vida a dois.
8- Faça tudo com satisfação. Não por medo de perder o outro, mas por puro prazer. Isso vale para quando você precisar acompanhá-lo a uma consulta, a casa de familiares ou até mesmo a passeios que te pareçam desinteressantes. Vá com alegria. Se isso lhe for uma obrigação, é melhor ficar em casa. Essas atitudes simples são capazes de mudar um relacionamento, mesmo que não de imediato.
9- Cresça junto. Seja interessante. Viva e seja capaz de aceitar desafios. As pessoas mudam com o passar dos anos. Trocam suas prioridades, aspirações e a forma como encaram a vida. Um companheiro que não acompanha o crescimento do outro, tende a ficar para trás. Busquem os mesmos objetivos. É sinal de perigo quando só um dos dois se desenvolve.
10- Apoie. Incentive o outro a realizar seus sonhos. O valor do apoio excede ao do dinheiro.
11- As crises são normais. Situações como desemprego, insucesso profissional e até mesmo a aposentadoria mexem com a auto-estima de qualquer um. Então, esteja preparado para lidar com elas e estar ao lado daquele que, certamente, irá precisar de você.
12- Ajude. O homem pode auxiliar no trabalho de casa assumindo alguma tarefa. Lavar a louça do jantar, colocar o lixo para fora ou arrumar a própria bagunça. Muitos não dão o valor devido aos afazeres do lar. Mas quando estes não são realizados, logo é percebida sua importância no andamento da casa. A maior satisfação da mulher é o homem que contribui.
13- Invista no relacionamento diariamente. Nenhum casamento está garantido pelo tempo. Ainda mais que, hoje em dia, os valores da sociedade têm passado por transformações profundas. Se você não investir, não receberá retorno. É a lei do que você plantar, você colherá.
14- Fortaleça os laços dentro de casa. Tenha princípios e valores éticos que não te permitam causar dores em sua família. Um bom exemplo são as relações extraconjugais. A traição é apontada como uma das maiores causas de separação. É o tipo de situação que produz mágoas em todo o ambiente familiar. A sociedade criou modelos de parceiros e relacionamentos ideais fora da realidade.
15- Respeite seu companheiro (a), acima de tudo, como um ser humano. Considere suas opiniões e preferências. Ninguém é igual a ninguém. Insultos arruínam com a auto-estima do outro e produzem um clima de inimizade.
16- Seja sensível ao outro. Compartilhe os momentos bons e ruins. Em outras palavras, preocupe-se com as questões que preocupam seu companheiro. Alegre-se com ele. Ria junto. Chore também. “Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença”. Vale aplicar aqui esse princípio cristão.
Origem Da Camisinha
Postado em 22/02/2010 às 17:20 por Sinistro - Visto 511 vezes - aprovado por Cabuloso.com - Enviar por E-mail
Ao contrário do que a maioria das pessoas imaginam, a camisinha é uma invenção bastante antiga. Em 1300 a.C. os egípcios utilizavam um envoltório sobre o pênis feito de linho, pele e materiais vegetais.
No século II a.C., os romanos começaram a utilizar estes envoltórios produzidos a partir de intestinos de cordeiro e bexigas de cabra para se protegerem de doenças sexualmente transmissíveis. Os romanos acreditavam que tais doenças eram castigos lançados por Vênus, a deusa do amor, que posteriormente teve seu nome dado a essas doenças e hoje conhecemos por “doenças venéreas”.
Em 1564, o italiano Gabriel Fallopius inventou um saco de linho, esse era colocado sobre o pênis de seus pacientes para protegê-los de doenças. O anatomista obteve grande êxito com a invenção, pois além de proteger contra as doenças, o saco de linho impedia a gravidez. Este fato o tornou conhecido e sua produção tornou-se popular e bastante usada.
Em torno de 1685, o envoltório recebeu o nome de condon na Inglaterra. O condom era feito de intestino de cordeiro e lubrificado com óleo de amêndoas. Em 1700, começaram a produzir este envoltório com intestino de peixe, carneiro e outros animais com o intuito de deixá-las mais finas e menos incômodas.
No início do século XVIII, Londres funda a primeira loja de preservativos. Estas eram feitas de intestino de carneiro ou cordeiro com aromatizantes florais e sob encomenda. Em 1843, os preservativos começaram a ser fabricados com borracha pela Hancock e Goodyear. Eram pouco aderentes, irregulares e caras, o que fazia com que fossem usadas várias vezes até que na década de 90 inventou-se o látex que deu ao preservativo um aspecto mais fino e confortável. Em 1960, deixa de ser utilizada por causa da invenção da pílula anticoncepcional, mas retorna em 1990, por causa da grande epidemia de AIDS.
Ao contrário do que a maioria das pessoas imaginam, a camisinha é uma invenção bastante antiga. Em 1300 a.C. os egípcios utilizavam um envoltório sobre o pênis feito de linho, pele e materiais vegetais.
No século II a.C., os romanos começaram a utilizar estes envoltórios produzidos a partir de intestinos de cordeiro e bexigas de cabra para se protegerem de doenças sexualmente transmissíveis. Os romanos acreditavam que tais doenças eram castigos lançados por Vênus, a deusa do amor, que posteriormente teve seu nome dado a essas doenças e hoje conhecemos por “doenças venéreas”.
Em 1564, o italiano Gabriel Fallopius inventou um saco de linho, esse era colocado sobre o pênis de seus pacientes para protegê-los de doenças. O anatomista obteve grande êxito com a invenção, pois além de proteger contra as doenças, o saco de linho impedia a gravidez. Este fato o tornou conhecido e sua produção tornou-se popular e bastante usada.
Em torno de 1685, o envoltório recebeu o nome de condon na Inglaterra. O condom era feito de intestino de cordeiro e lubrificado com óleo de amêndoas. Em 1700, começaram a produzir este envoltório com intestino de peixe, carneiro e outros animais com o intuito de deixá-las mais finas e menos incômodas.
No início do século XVIII, Londres funda a primeira loja de preservativos. Estas eram feitas de intestino de carneiro ou cordeiro com aromatizantes florais e sob encomenda. Em 1843, os preservativos começaram a ser fabricados com borracha pela Hancock e Goodyear. Eram pouco aderentes, irregulares e caras, o que fazia com que fossem usadas várias vezes até que na década de 90 inventou-se o látex que deu ao preservativo um aspecto mais fino e confortável. Em 1960, deixa de ser utilizada por causa da invenção da pílula anticoncepcional, mas retorna em 1990, por causa da grande epidemia de AIDS.
Friday, March 5, 2010
Casais que dizem "nós" resolvem melhor seus conflitos
As pessoas frequentemente queixam-se dos casais que constantemente referem-se a si mesmos como "nós" - os críticos afirmam que isso revela convencimento, presunção e até abrir mão da individualidade.
Mas um novo estudo, realizado na Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, divulgado na BBC, sugere que os cônjuges que usam "a linguagem do nós" são mais capazes de resolver seus conflitos do que aqueles que se mantêm no "eu e você".
Menos estresse fisiológico
Os pesquisadores analisaram as conversas entre 154 casais de meia-idade e mais velhos sobre os pontos de desacordo em seus casamentos e descobriram que aqueles que usaram pronomes como "nós", "nosso" e "nós" se comportaram mais positivamente em relação um ao outro e demonstram menos estresse fisiológico.
Por outro lado, os casais que enfatizam sua separação, usando pronomes como "eu", "meu" e "você" foram considerados menos satisfeitos em seus casamentos. Isso foi especialmente verdadeiro para os casais mais velhos. Seu uso de pronomes que denotam separação foi mais fortemente ligado a casamentos infelizes, de acordo com o estudo.
Compartilhamento da identidade
"A individualidade é um valor profundamente enraizado na sociedade [ocidental] mas, pelo menos na esfera do casamento, para ser parte de um 'nós' vale muito a pena ceder um pouco do 'eu'", diz Robert Levenson, coautor do estudo publicado no último exemplar da revista Psychology and Aging.
Sentimento de parceria
Estes últimos resultados, contudo, levam essas conclusões várias etapas à frente ao demonstrar o quão poderoso essa correlação é em casais mais estabelecidos, relacionando-a com as emoções e com as respostas fisiológicas que ocorrem quando os cônjuges se unem ou se polarizam em face de divergências.
"O uso da linguagem do "nós" é uma consequência natural de um sentimento de parceria, de ser do mesmo time, e da confiança em ser capaz de enfrentar os problemas juntos," afirmou Seider Benjamin, outro participante da pesquisa.
Para refletir: "Eu e você" versus "nós": quando se trata da satisfação conjugal, os pronomes realmente importam? (http://www.gazetadopovo.com.br/blog/relacionamentos/)
Saturday, February 27, 2010
A crise em um relacionamento pode ter seu lado positivo
Você e seu parceiro sempre foram muito felizes e tudo até mesmo parecia um conto de fadas. Mas, de repente, com o passar da convivência, vocês começaram a não se entender mais tão bem assim. Chegou a chamada fase de "crise" no relacionamento e nessas horas uma questão que não sai da sua cabeça é o que fazer para poder dar um "chega para lá" nisso?
A psicóloga e neuropsicóloga Adriana Falcão Duarte, explica que geralmente chamamos de crise tudo que sai fora de um padrão ou de uma rotina e que não estamos prontos para lidar com mudanças, até mesmo aspositivas. Para Márcia Corrêa, que também é psicóloga, os relacionamentos passam por crises porque basicamente todas as pessoas mudam todos os dias. "Ninguém nunca é a mesma pessoa do dia anterior e nem sempre as mudanças são melhores para ambas as partes. Daí, começam as divergências", afirma.
Se você se encontra nesta situação em que tudo o que o outro diz parece irritá-la ou então, aquilo que você tanto admirava virou um tormento no seu dia-a-dia, não é preciso se desesperar. Para o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Junior, a crise permite uma nova construção, um novo projeto de vida conjunta para o futuro do casal. "É uma possibilidade de os parceiros 'se casarem novamente' e desta vez ser um casamento que sirva para ambos e sobre o qual os dois tenham poder de dirigir", conta Rodrigues.
O psicoterapeuta diz que a melhor maneira de lidar com as fases ruins de uma relação é aprender a administrar as emoções e lidar com elas. "Devemos começar olhando o que precisa ser mudado e o que pode ser aproveitado em um momento de crise". Segundo ele, é preciso ter consciência de que as crises não serão evitadas e por isso, as mudanças devem ser vistas como um novo ânimo para o casal.
Na opinião da psicóloga Márcia Corrêa, sem dúvida o diálogo é a chave da solução de qualquer crise. "A pessoa deve falar o que sente e o que pensa, tanto para criticar como para elogiar. O que o casal não pode fazer é acumular um monte de coisas - o famoso 'engolir sapo' - e falar todas as críticas negativas de uma vez durante uma crise, a exemplo de 'porque naquele dia do ano passado você fez tal coisa'. O casal também deve estar preparado para ouvir, isso é muito importante. Muitas pessoas gostam de falar e não gostam de ouvir", comenta.
Adriana Falcão Duarte ainda ressalta que se não houver respeito, confiança, companheirismo, verdade e sentimento, não existe mais relação. "Às vezes só conversar não basta para sair da crise e, nestes casos, procurar ajuda profissional pode resolver o impasse", declara.
A auxiliar administrativa de vendas Priscila Souza, 24 anos, que namora há um ano e dois meses, diz que a melhor forma de sair de uma crise é ter muita confiança em si mesma e não se desvalorizar. "Aceitar as diferenças de personalidade, evitar arrogância e resolver tudo numa boa conversa são algumas dicas para recomeçar um relacionamento". (http://migre.me/lAA6)
Relacionamento em crise.
Você sabe por que duas pessoas permanecem juntas durante um período de tempo, numa relação
afetiva? As pessoas costumam dizer: o amor… afinidade, companheirismo, respeito mútuo, amizade…
Palavras bonitas, certo? Mas vazias… O que mantém duas pessoas unidas é, nada mais, nada menos, que: interesses comuns. Está certo, não vamos ser radical: existem casos em que ambos os parceiros entraram num estágio além dos interesses. Mas este tipo de amor não é tão simples: ele requer liberdade total para ambos, aceitação de todos os pontos positivos em si e no outro, independência, respeito. Este tipo de amor exige dois seres íntegros que, juntos, formam algo maior… Acreditamos firmemente que isto pode ser alcançado, embora, a princípio, sempre esbarre nos interesses que permeiam qualquer relação.
Quando um casamento ou relação afetiva entra em crise, este amor sublime que falamos acima não está manifestado. Ele existe, mas se esconde. E o que a crise está dizendo? Está dizendo que os interesses que havia na relação estão em conflito. Vamos ser bem claros a respeito dos interesses? Bem, se você tem um parceiro ou parceira, o que procura nela? Sexo, prazer, segurança, conforto, carinho, proteção, incentivo, grana, força, suavidade. Isso é óbvio, não? Então, porque negar tudo isso? Ah. Isso é uma longa história, de mentiras que somos ensinados a acreditar para evitar olharmos para nossas próprias necessidades. Merecemos, sim, carinho, sexo, prazer, vida estável, segurança financeira… Sim, merecemos e devemos ir atrás disso.
Mas como somos ensinados a não reconhecermos isso na frente dos outros, fingimos que não
precisamos dessas coisas. Porém, inconscientemente, queremos que o parceiro ou parceira nos dêem isso que queremos. O parceiro ou parceira, do outro lado, também quer que nós supramos o que eles sentem falta. Enquanto esta troca de necessidades estiver relativamente equilibrada, o relacionamento permanece. Mas, quando isso é rompido, quer dizer, quando de um lado ou de outro deixamos de receber aquilo que recebíamos, o relacionamento estremece. Por exemplo, quando o parceiro do qual queremos segurança financeira é demitido ou tem sua empresa falida, algo dentro de nós grita. Ou da parceira que exigimos carinho, quando nasce o primeiro filho e ela desvia a atenção para a criança, sentimos uma perda emocional tremenda. Então são coisas que vai acontecendo em nossas vidas ao decorrer de cada fase dela.
Como essas necessidades não são faladas, muitas vezes nem reconhecidas, começam a ocorrer brigas sem nem mesmo entendermos o porquê. A crise pode provocar o rompimento da relação, a separação do casal, quando não existe mais a possibilidade de suprirmos as nossas necessidades na figura do parceiro. E vice-e-versa.E isso se torna ruim, pois por todos os problemas e dificuldades vivida,passamos juntos e superamos,não é um que um relacionamento se acabe assim.
E devemos reconhecer: mesmo que não haja rompimento, uma relação baseada na cobrança mútua, onde exigimos que o outro nos dê aquilo que sentimos falta, está longe de manifestar o amor profundo, que falamos no início do texto.
A reconciliação em crise de relacionamento
A separação ocorre no não reconhecimento das nossas necessidades interiores, que inconscientemente jogamos na responsabilidade do outro. E a reconciliação? É simples: começa no reconhecimento destas necessidades. E mais: no entendimento que somente eu posso me preencher daquilo que sinto falta. É um trabalho interior, pessoal, que passa por auto-conhecimento e terapia, em alguns casos. Não porque somos loucos ou neuróticos. Mas simplesmente porque todos carregamos estas dores emocionais, e temos a tendência de culpar o marido, a esposa, o papai ou a mamãe por elas. E somente nós podemos nos suprir daquilo que achamos que falta. Porque, na realidade, nada nos falta. Se o outro lado da história, o parceiro, também se trabalhar neste aspecto, o relacionamento pode ser reconstruído. Se não, é separação na certa.Devemos ambas partes ter conciência que erramos e sabermos também onde erramos,para que assim possamos optar pela reconciliação e sermos felizes.
Mas queremos falar na reconciliação: imagine você num relacionamento onde o seu parceiro está íntegro e honesto. Consciente das suas necessidades, qualidades e defeitos e, por isso, não joga a responsabilidade de nada sobre você. Você não precisa ser mais carinhoso, mais amoroso, mais eficiente, ganhar mais, estar mais presente. Você é bacana como é. E ao mesmo tempo, você se sente íntegro, honesto consigo mesmo: sabe que possui pontos que pode melhorar, e trabalha por isso. Consciente da sua capacidade, faz o melhor que pode, a cada instante. E os dois, honestos e conscientes, buscam construir, juntos, uma relação de prazer, conquistas, desfrutar a vida que é bela e, muitas vezes, nem é vista. Imagine que você se permite, às vezes, estar sozinho, solitário, trabalhando suas questões consigo mesmo. E permite também ao outro seus momentos de solidão. O que seria você, numa relação onde, nem sempre, precisaria estar presente na família, e poderia curtir seus próprios amigos? E também permitisse ao outro a mesma coisa?
E juntos, curtissem algo que ambos gostam muito de fazer?
Este tipo de relacionamento é possível. Este tipo de relacionamento se constrói. Desde que ambos os lados permitam-se serem honestos. Em primeiro lugar, honestos consigo mesmo.E ter um amor verdadeiro e fiel,pois fidelidade constroí uma vida feliz eternamente em ambos lados de marido e mulher
pai e mãe. (http://migre.me/lAOs)
afetiva? As pessoas costumam dizer: o amor… afinidade, companheirismo, respeito mútuo, amizade…
Palavras bonitas, certo? Mas vazias… O que mantém duas pessoas unidas é, nada mais, nada menos, que: interesses comuns. Está certo, não vamos ser radical: existem casos em que ambos os parceiros entraram num estágio além dos interesses. Mas este tipo de amor não é tão simples: ele requer liberdade total para ambos, aceitação de todos os pontos positivos em si e no outro, independência, respeito. Este tipo de amor exige dois seres íntegros que, juntos, formam algo maior… Acreditamos firmemente que isto pode ser alcançado, embora, a princípio, sempre esbarre nos interesses que permeiam qualquer relação.
Quando um casamento ou relação afetiva entra em crise, este amor sublime que falamos acima não está manifestado. Ele existe, mas se esconde. E o que a crise está dizendo? Está dizendo que os interesses que havia na relação estão em conflito. Vamos ser bem claros a respeito dos interesses? Bem, se você tem um parceiro ou parceira, o que procura nela? Sexo, prazer, segurança, conforto, carinho, proteção, incentivo, grana, força, suavidade. Isso é óbvio, não? Então, porque negar tudo isso? Ah. Isso é uma longa história, de mentiras que somos ensinados a acreditar para evitar olharmos para nossas próprias necessidades. Merecemos, sim, carinho, sexo, prazer, vida estável, segurança financeira… Sim, merecemos e devemos ir atrás disso.
Mas como somos ensinados a não reconhecermos isso na frente dos outros, fingimos que não
precisamos dessas coisas. Porém, inconscientemente, queremos que o parceiro ou parceira nos dêem isso que queremos. O parceiro ou parceira, do outro lado, também quer que nós supramos o que eles sentem falta. Enquanto esta troca de necessidades estiver relativamente equilibrada, o relacionamento permanece. Mas, quando isso é rompido, quer dizer, quando de um lado ou de outro deixamos de receber aquilo que recebíamos, o relacionamento estremece. Por exemplo, quando o parceiro do qual queremos segurança financeira é demitido ou tem sua empresa falida, algo dentro de nós grita. Ou da parceira que exigimos carinho, quando nasce o primeiro filho e ela desvia a atenção para a criança, sentimos uma perda emocional tremenda. Então são coisas que vai acontecendo em nossas vidas ao decorrer de cada fase dela.
Como essas necessidades não são faladas, muitas vezes nem reconhecidas, começam a ocorrer brigas sem nem mesmo entendermos o porquê. A crise pode provocar o rompimento da relação, a separação do casal, quando não existe mais a possibilidade de suprirmos as nossas necessidades na figura do parceiro. E vice-e-versa.E isso se torna ruim, pois por todos os problemas e dificuldades vivida,passamos juntos e superamos,não é um que um relacionamento se acabe assim.
E devemos reconhecer: mesmo que não haja rompimento, uma relação baseada na cobrança mútua, onde exigimos que o outro nos dê aquilo que sentimos falta, está longe de manifestar o amor profundo, que falamos no início do texto.
A reconciliação em crise de relacionamento
A separação ocorre no não reconhecimento das nossas necessidades interiores, que inconscientemente jogamos na responsabilidade do outro. E a reconciliação? É simples: começa no reconhecimento destas necessidades. E mais: no entendimento que somente eu posso me preencher daquilo que sinto falta. É um trabalho interior, pessoal, que passa por auto-conhecimento e terapia, em alguns casos. Não porque somos loucos ou neuróticos. Mas simplesmente porque todos carregamos estas dores emocionais, e temos a tendência de culpar o marido, a esposa, o papai ou a mamãe por elas. E somente nós podemos nos suprir daquilo que achamos que falta. Porque, na realidade, nada nos falta. Se o outro lado da história, o parceiro, também se trabalhar neste aspecto, o relacionamento pode ser reconstruído. Se não, é separação na certa.Devemos ambas partes ter conciência que erramos e sabermos também onde erramos,para que assim possamos optar pela reconciliação e sermos felizes.
Mas queremos falar na reconciliação: imagine você num relacionamento onde o seu parceiro está íntegro e honesto. Consciente das suas necessidades, qualidades e defeitos e, por isso, não joga a responsabilidade de nada sobre você. Você não precisa ser mais carinhoso, mais amoroso, mais eficiente, ganhar mais, estar mais presente. Você é bacana como é. E ao mesmo tempo, você se sente íntegro, honesto consigo mesmo: sabe que possui pontos que pode melhorar, e trabalha por isso. Consciente da sua capacidade, faz o melhor que pode, a cada instante. E os dois, honestos e conscientes, buscam construir, juntos, uma relação de prazer, conquistas, desfrutar a vida que é bela e, muitas vezes, nem é vista. Imagine que você se permite, às vezes, estar sozinho, solitário, trabalhando suas questões consigo mesmo. E permite também ao outro seus momentos de solidão. O que seria você, numa relação onde, nem sempre, precisaria estar presente na família, e poderia curtir seus próprios amigos? E também permitisse ao outro a mesma coisa?
E juntos, curtissem algo que ambos gostam muito de fazer?
Este tipo de relacionamento é possível. Este tipo de relacionamento se constrói. Desde que ambos os lados permitam-se serem honestos. Em primeiro lugar, honestos consigo mesmo.E ter um amor verdadeiro e fiel,pois fidelidade constroí uma vida feliz eternamente em ambos lados de marido e mulher
pai e mãe. (http://migre.me/lAOs)
Wednesday, February 24, 2010
Sete dicas sobre relacionamento.
- Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa: Ah,terminei o namoro… ‘Nossa, quanto tempo? Cinco anos… Mas não deu certo… acabou’ É não deu… Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida é que você pode ter vários amores.
- Hoje, no alto dos meus 33 anos e tiozão, não acredito muito que os ‘opostos se atraem’. Porque sempre uma parte vai ceder muito e se adaptar demais. E sempre esta é a parte mais insatisfeita. Acredito mais em quem tem interesses em comum. Se você adora dançar forró, melhor namorar com quem também gosta, se você gosta de cultura italiana, melhor alguém que também goste. Freqüentar lugares que você gosta ajuda a encontrar pessoas com interesses parecidos com os seus. A extrovertida e o caretão anti-social é complicado e, depois, entra naquela questão de um querer mudar o outro… ui! Pessoas mudam quando querem. E porque querem. E pronto. E demora!
- Cama é essencial! Aliás pele é fundamental. E tem gente que é mais sexual, gente que é mais tranqüila. O garanhão insaciável e a donzela sensível, acho meio estranho. Isto causa muitas frustrações e dá-lhe livros de auto-ajuda sobre sexo. Assim como outras coisas, cada um tem um perfil sexual. Cheiro, fantasias, beijo, manias, quanto mais sintonia, melhor.
- Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos esta coisa completa. Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama. Às vezes ele é carinhoso , mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ele é malhado, mas não é sensível. Tudo nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
- Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona… Acho que o beijo é importante… e se o beijo bate… se joga… senão bate… mais um Martini, por favor… e vá dar uma volta.
- Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não lute, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos. Mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, pressão de família? O legal é alguém que está com você e por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
- Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer. A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… quem disse que ser adulto é fácil?
Por Christian Pior
Dicas - Pedro Bial
(Pedro Bial)
Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.
Estas são as coisas que aprendi lá:
Compartilhe tudo.
Jogue dentro das regras.
Não bata nos outros.
Coloque as coisas de volta onde pegou.
Arrume sua bagunça.
Não pegue as coisas dos outros.
Peça desculpas quando machucar alguém.
Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar.
Dê descarga. (Essa regrinha é importante!)
Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você.
Respeite o outro.
Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco...desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias.
Tire uma soneca a tarde. (Isso é muito bom!)
Quando sair, cuidado com os carros.
Dê a mão e fique junto.
Repare nas maravilhas da vida.
O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também .
Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e ai verá como ele é verdadeiro claro e firme.
Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca.
Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.
Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos"." É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver.
Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.
Estas são as coisas que aprendi lá:
Compartilhe tudo.
Jogue dentro das regras.
Não bata nos outros.
Coloque as coisas de volta onde pegou.
Arrume sua bagunça.
Não pegue as coisas dos outros.
Peça desculpas quando machucar alguém.
Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar.
Dê descarga. (Essa regrinha é importante!)
Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você.
Respeite o outro.
Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco...desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias.
Tire uma soneca a tarde. (Isso é muito bom!)
Quando sair, cuidado com os carros.
Dê a mão e fique junto.
Repare nas maravilhas da vida.
O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também .
Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e ai verá como ele é verdadeiro claro e firme.
Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca.
Ou se todos os governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.
Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos"." É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver.
Dez segredos para manter a paixão no casamento.
Diálogo ajuda a manter a chama da relação acesa
Grande parte dos casais com mais de dez anos de casamento sente dificuldades para manter acesa aquela paixão do início do namoro. Se este for o seu caso, não se desespere. A terapeuta de casais Cláudya Toledo afirma que isso é completamente normal e sugere alguns "mandamentos" para reverter a situação.
A falta de diálogo e flexibilidade na aceitação do outro são, segundo ela, as principais causas dos desgastes nos relacionamentos conjugais. Mas seguindo algumas dicas básicas, Cláudya diz que é possível renovar a relação e voltar aos "velhos tempos".
Quem já testou os "10 mandamentos para um casamento feliz" garante que funciona e que o relacionamento melhora visivelmente.
Cláudio, casado há 20 anos, conta que depois de seguir algumas dicas, ele e a mulher se reaproximaram e descobriram novas formas de compartilhar o tempo juntos.
"As dicas de Cláudya deram uma 'polida' no nosso relacionamento. Passamos a compartilhar mais nossas atividades. Pequenas mudanças resgataram o carinho que sentíamos um pelo outro e a vida sexual também melhorou", diz ele.
Suzi passou dos 20 anos de casamento com a auto-estima em baixa. As divergências conjugais acabaram esfriando o relacionamento. Foi quando resolveu seguir as dicas da terapeuta e conta que, a partir daí, a vida se transformou.
"O relacionamento com o meu marido, filhos, família e trabalho melhorou. O grau de entendimento na relação aumentou e eu e meu marido voltamos a nos conquistar", afirma Suzi.
De acordo com Cláudya, seguir as "regras" não é difícil. Basta que o casal reconheça os problemas e mostre boa vontade em mudar. Seguindo essas recomendações, Cláudya garante transformações físicas, mentais, emocionais e espirituais que vão trazer mais harmonia para o casal.
Confira os "10 Mandamentos para um casamento feliz":
1. manter o diálogo
2. desenvolver alguma atividade junto com o companheiro (a)
3. aprender a rir dos próprios defeitos e dos defeitos do outro
4. manter rituais familiares
5. preservar os momentos de intimidade
6. ter um espaço individual
7. ter um espaço de acordo mútuo
8. cultivar o riso na família
9. manter a cumplicidade no olhar
10. ter planos para a vida do casal. ( http://migre.me/lcRQ)
Tuesday, February 23, 2010
Saiba se seu relacionamento tem futuro: dicas
Seja realista
A maioria das pessoas idealiza o amor de acordo com sua educação e a cultura que o cerca: os filmes convidam você a sonhar com relações românticas ou com parceiros ideais, que fazem elogios o tempo todo e mostram o quanto não conseguem viver ao seu lado.
Ao se apaixonar, a pessoa costuma adaptar seu comportamento às expectativas que tem em relação à outra, ou à sua idéia de amor ideal. Mais cedo ou mais tarde, as personalidades aparecerão e com elas as primeiras decepções - para impedir isso, é preciso saber entender o outro.
Evite desistir logo
Entregar os pontos diante do primeiro grande problema não é a melhor solução, já que todos sabemos que nenhuma relação ou pessoa é perfeita. Para melhorá-las, é preciso trabalhar e ser perseverante. Uma relação se constrói dia após dia e por ambas as partes, que se esforçam para vigiar os defeitos e potencializar seus pontos fortes, que reforçam o amor.
Pode ser que isto acabe com os ideais românticos de alguém, mas evitará surpresas futuras.
Conheça o passado amoroso de quem está com você
Segundo a psicoterapeuta nova-iorquina Marilyn Graman, muitas vezes não buscamos informação suficiente sobre a outra pessoa quando começamos a sair com ela.
"É importante conhecer o passado amoroso de alguém, porque tem muito a ver com como ela se comportará no futuro", completa.
Para conhecer seu companheiro, é bom saber as seguintes coisas: ele teve alguma relação longa ou a maioria delas foi curta? Faz planos para um futuro próximo ou só pensa um ou dois meses à frente? Fala em ter uma relação longa ou se casar? Há alguma referência em suas conversas sobre como ele gostaria que fosse uma relação séria ou o casamento?
Atenção às discussões
As disputas indicam a saúde da relação. São positivas quando buscam um acordo ou uma solução, sem violência, insultos ou humilhações, e quando servem para que a relação funcione, como um nexo de atração para reviver a sexualidade, ou pelo prazer trazido pela reconciliação posterior.
Por outro lado, podem ser negativas se envolverem terceiros para conseguir algo ou envolvem uma crítica constante, auto-estima baixa ou críticas pessoais sobre a outra pessoa. Outro ponto negativo é recorrer à chantagem psicológica. Mais um sinal de que algo vai muito mal é quando a discussão utiliza-se do silêncio como resposta, ou quando se age com indiferença para acabar com a paciência do companheiro.
As brigas se tornam extremamente difíceis de ser contornadas quando começam exigindo concessões que o companheiro não está disposto a fazer. A situação fica ainda pior quando ele sempre reage negando para não perder a batalha ou cedendo para não discutir mais.
Perguntas-chave
Para ajudar a decidir se vale à pena continuar a relação, deve-se pensar numa série de perguntas:
1 - A relação tem o mesmo significado para os dois? Pode ser que uma pessoa busque estabilidade e compreensão, enquanto a outra pensa apenas na paixão e na aventura.
2 - Vocês têm interesses ou objetivos que podem ser compartilhados?
3 - Está disposto a fazer todo o possível para solucionar os conflitos que o levaram a pensar em se separar?
4 - Com o fim desta relação, acha que terá poucas chances de se apaixonar por outra pessoa?
5 - O desgaste se deve mais a motivos práticos de convivência que a razões emocionais, como a falta de amor ou paixão?
6 - As alegrias da relação superam os problemas?
Se a resposta à maioria destas dúvidas for positiva, o casal tem muitas chances de se salvar e continuar sua relação, uma vez resolvidas suas diferenças.http://migre.me/l2R1
Monday, February 22, 2010
Convívio social.
Por que será que o ser humano não sabe viver em sociedade?
O que nos impede de compartilharmos os nossos conhecimentos, através de bons gestos?
Sabemos que viver em sociedade é muito complicado, pois cada um tem seu ponto de vista, mais isso não quer dizer que devemos nos limitar a uma vida mesquinha.
São raras as pessoas que conseguem manter o foco da vida, que é o Amor ao próximo. Sabemos que cada um de nós deveríamos refletir mais sobre alguns aspectos, tais como, "como sermos mais solidários, mais compreensivos, mais flexiveis à algumas atitudes, em fim, como viver em harmonia com todos. (Nalla_Drums)
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O que nos impede de compartilharmos os nossos conhecimentos, através de bons gestos?
Sabemos que viver em sociedade é muito complicado, pois cada um tem seu ponto de vista, mais isso não quer dizer que devemos nos limitar a uma vida mesquinha.
São raras as pessoas que conseguem manter o foco da vida, que é o Amor ao próximo. Sabemos que cada um de nós deveríamos refletir mais sobre alguns aspectos, tais como, "como sermos mais solidários, mais compreensivos, mais flexiveis à algumas atitudes, em fim, como viver em harmonia com todos. (Nalla_Drums)
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