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Saturday, April 17, 2010


O ciúme nos relacionamentos

Administrar o namoro com uma pessoa ciumenta pode não ser uma experiência muito agradável, é possível tolerar e ainda assim tentar melhorar esse comportamento do seu namorado?
É comum no dia-a-dia ouvirmos relatos de amigas que não suportam a pressão de seus namorados quando o assunto é o ciúme. Quando esse comportamento adquire uma intensidade capaz de sufocar o prazer dos relacionamentos é necessário muito jogo de cintura para lidar com tal situação, e não obstante coragem para por fim a um namoro condenado pelo excesso de ciúme.
Para a psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari o ciúme pode ser encarado de forma positiva. “Como dizia o poeta, o ciúme é o tempero do amor. Todos nós gostamos de sentir que a pessoa que amamos sente algum ciúme de nós, pois entendemos isto como uma demonstração de amor, uma medida de segurança do nosso relacionamento. As pessoas pensam que a ausência do ciúme é sinal de desinteresse, o que não é verdade”, alerta.
O fato de se ter ciúmes é comum a todos as pessoas, como resultado do processo evolutivo da humanidade, o ciúme nos instiga a proteger aquilo que achamos importante para nós. Ocorre que alguns não conseguem controlar esse sentimento, sobretudo em relação aos relacionamentos amorosos, seja ele namoro ou casamento tornando a rotina de ambos stressante e não raramente insuportável.
Se o seu parceiro não suporta que você converse com outras pessoas e vigia tudo o que você faz, o primeiro a fazer é tentar aumentar a confiança dele (a). Converse abertamente, discuta o problema e mostre o quanto isso faz mal a você e ao namoro de vocês. Procure deixar claro que essas manifestações exageradas de ciúme podem ao invés de proteger o relacionamento acabar por afastá-los cada vez mais, podendo significar o fim do namoro.
Se o seu namorado tem crises de ciúmes só porque outros homens olham para você, mostre a ele que você se veste assim somente para ele, que os demais apenas podem olhar e que isso não muda nada entre vocês. Da mesma forma relembre as situações mais comuns que o tiram do sério e em cada uma enfatize o fato de que está do seu lado e que o ciúme exagerado só traz prejuízos ao namoro dos dois.
Não sendo possível mudar o namorado (a) ciumento, que é o que ocorre na maioria das vezes,procure conviver com o problema de ciúme de forma discreta e evite discussões e brigas o melhor a fazer é conversar de forma amistosa . Procure não mudar tanto a sua rotina para evitar as crises de ciúmes essa atitude não vai aplacar o ciúme exagerado do seu companheiro.
Quem lida com um namorado (a) ciumento sempre tem esperanças que irá com o tempo resolver ou abrandar o ciúme do seu parceiro, mas na prática não é o que ocorre não adianta acreditar que por causa da convivência mais próxima, o ciumento vai sossegar, o mais comum é que ocorra o contrário quando o namoro vira casamento o parceiro ciumento se sente mais confortável em aumentar o controle sobre o outro.

Mantendo o casamento feliz

Manter um relacionamento de namoro ou casamento por anos a fio pode exigir do casal atenção especial de um para com o outro. O que fazer para manter viva a união?

Para o psicólogo Ailton Amélio da Silva manter um casamento não é fácil, exige tempo, disposição e concessões. O seu livro “Para Viver um Grande Amor” (Editora Gente), que escreveu em parceria com a jornalista Mônica Martinez, traz dicas e análises de fatores que contribuem para a saúde conjugal. A seguir, o especialista sugere algumas dicas valiosas.

1- Romantismo. Mesmo após décadas de união, manter o clima romântico é essencial para a saúde do relacionamento. Não espere que o outro tome a iniciativa. Comece você a agradá-lo, mesmo que o retorno seja a longo prazo. Investimento é assim. Pode demorar a produzir resultados. Vale tudo. Prepare um jantar especial, dê flores, planeje programas a dois, etc.

2- Sexo sem rodeios. Mas não como tem sido pregado por aí. O sexo começa fora da cama. Ele tem de estar ligado ao romantismo. De nada adianta vocês experimentarem 450 posições e não haver ternura. O outro pode sentir-se como um objeto sexual. Não há nada errado em provar posições ou lugares diferentes na hora do sexo, desde que haja carinho, confiança e afetividade mútua.
3- Converse. A comunicação pode trazer bens incalculáveis a um relacionamento. Um papo franco serve para não deixar questões mal resolvidas e ainda fortalece o laço de amizade e companheirismo. O silêncio faz com que a pessoa acumule dentro de si problemas e frustrações.
4- Cuide-se. Tenha uma aparência agradável. Ninguém gosta de ter ao seu lado alguém desleixado. Você não precisa comprar roupas caríssimas ou fazer tratamentos estéticos da moda. Mas não precisa perder a vaidade.
5- Elogie. Não critique o tempo todo. Isso não significa dizer que o parceiro deve ser louvado por toda e qualquer atitude, mesmo estando errado. Mas procure valorizar seu lado bom. O elogio é uma forma de reconhecimento e incentivo.
6- Abrace. O abraço é mais do que uma demonstração de carinho. É companheirismo. É deixar claro que você sempre estará lá para o que der e vier.

7- Ouça. As pessoas precisam e gostam de ser ouvidas. Muitos homens erram quando deixam de ouvir e começam a dar conselhos. Nessa hora, o melhor mesmo é deixar o outro falar, desabafar. Após anos de relacionamento, muitos casais se esquecem dos benefícios que esse segredo produz na vida a dois.

8- Faça tudo com satisfação. Não por medo de perder o outro, mas por puro prazer. Isso vale para quando você precisar acompanhá-lo a uma consulta, a casa de familiares ou até mesmo a passeios que te pareçam desinteressantes. Vá com alegria. Se isso lhe for uma obrigação, é melhor ficar em casa. Essas atitudes simples são capazes de mudar um relacionamento, mesmo que não de imediato.

9- Cresça junto. Seja interessante. Viva e seja capaz de aceitar desafios. As pessoas mudam com o passar dos anos. Trocam suas prioridades, aspirações e a forma como encaram a vida. Um companheiro que não acompanha o crescimento do outro, tende a ficar para trás. Busquem os mesmos objetivos. É sinal de perigo quando só um dos dois se desenvolve.

10- Apoie. Incentive o outro a realizar seus sonhos. O valor do apoio excede ao do dinheiro.

11- As crises são normais. Situações como desemprego, insucesso profissional e até mesmo a aposentadoria mexem com a auto-estima de qualquer um. Então, esteja preparado para lidar com elas e estar ao lado daquele que, certamente, irá precisar de você.

12- Ajude. O homem pode auxiliar no trabalho de casa assumindo alguma tarefa. Lavar a louça do jantar, colocar o lixo para fora ou arrumar a própria bagunça. Muitos não dão o valor devido aos afazeres do lar. Mas quando estes não são realizados, logo é percebida sua importância no andamento da casa. A maior satisfação da mulher é o homem que contribui.

13- Invista no relacionamento diariamente. Nenhum casamento está garantido pelo tempo. Ainda mais que, hoje em dia, os valores da sociedade têm passado por transformações profundas. Se você não investir, não receberá retorno. É a lei do que você plantar, você colherá.

14- Fortaleça os laços dentro de casa. Tenha princípios e valores éticos que não te permitam causar dores em sua família. Um bom exemplo são as relações extraconjugais. A traição é apontada como uma das maiores causas de separação. É o tipo de situação que produz mágoas em todo o ambiente familiar. A sociedade criou modelos de parceiros e relacionamentos ideais fora da realidade.

15- Respeite seu companheiro (a), acima de tudo, como um ser humano. Considere suas opiniões e preferências. Ninguém é igual a ninguém. Insultos arruínam com a auto-estima do outro e produzem um clima de inimizade.

 16- Seja sensível ao outro. Compartilhe os momentos bons e ruins. Em outras palavras, preocupe-se com as questões que preocupam seu companheiro. Alegre-se com ele. Ria junto. Chore também. “Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença”. Vale aplicar aqui esse princípio cristão.

Origem Da Camisinha

Postado em 22/02/2010 às 17:20 por Sinistro - Visto 511 vezes - aprovado por Cabuloso.com - Enviar por E-mail

Ao contrário do que a maioria das pessoas imaginam, a camisinha é uma invenção bastante antiga. Em 1300 a.C. os egípcios utilizavam um envoltório sobre o pênis feito de linho, pele e materiais vegetais.



No século II a.C., os romanos começaram a utilizar estes envoltórios produzidos a partir de intestinos de cordeiro e bexigas de cabra para se protegerem de doenças sexualmente transmissíveis. Os romanos acreditavam que tais doenças eram castigos lançados por Vênus, a deusa do amor, que posteriormente teve seu nome dado a essas doenças e hoje conhecemos por “doenças venéreas”.



Em 1564, o italiano Gabriel Fallopius inventou um saco de linho, esse era colocado sobre o pênis de seus pacientes para protegê-los de doenças. O anatomista obteve grande êxito com a invenção, pois além de proteger contra as doenças, o saco de linho impedia a gravidez. Este fato o tornou conhecido e sua produção tornou-se popular e bastante usada.



Em torno de 1685, o envoltório recebeu o nome de condon na Inglaterra. O condom era feito de intestino de cordeiro e lubrificado com óleo de amêndoas. Em 1700, começaram a produzir este envoltório com intestino de peixe, carneiro e outros animais com o intuito de deixá-las mais finas e menos incômodas.



No início do século XVIII, Londres funda a primeira loja de preservativos. Estas eram feitas de intestino de carneiro ou cordeiro com aromatizantes florais e sob encomenda. Em 1843, os preservativos começaram a ser fabricados com borracha pela Hancock e Goodyear. Eram pouco aderentes, irregulares e caras, o que fazia com que fossem usadas várias vezes até que na década de 90 inventou-se o látex que deu ao preservativo um aspecto mais fino e confortável. Em 1960, deixa de ser utilizada por causa da invenção da pílula anticoncepcional, mas retorna em 1990, por causa da grande epidemia de AIDS.